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Monthly Archives: Janeiro 2016

Crise econômica muda formato de algumas microempresas em Salvador

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A atual crise financeira que o Brasil vem sofrendo tem levado muitos empresários, principalmente do ramo de serviços, a abdicarem de seus escritórios físicos e/ou salas comerciais e buscarem alternativas menos onerosa para conseguirem sobreviver no cenário atual.

Este cenário foi bem retratado na matéria exibida no dia 20/07/15 no BA TV (assista no link abaixo):

http://globotv.globo.com/rede-bahia/batv-salvador/v/crise-economica-muda-formato-de-algumas-microempresas-em-salvador/4334846/

Se você está buscando uma alternativa à crise econômica que o país vem enfrentando, sem, contudo, perder o profissionalismo e a credibilidade do seu negócio, a melhor opção é o EV® – Escritório Virtual. Ao sair de uma sala comercial e abrir ?a sua empresa num escritório compartilhado, você consegue reduzir seus custos fixos em até 85%, mantendo, contudo, um ambiente sofisticado e confortável?, numa localização extremamente privilegiada,  para atender seus clientes ou fazer uma reunião. Oferecemos ainda uma estrutura de recebimento de correspondências, atendimento personalizado e transmissão de recados, para que você tenha mais tempo para focar nos aspectos estratégicos de sua empresa.

Para conhecer mais benefícios de estar ?no EV® – Escritório Virtual ligue 71 3340-1881.

Escritório virtual reduz custos do empreendedor em até 70%

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Escritório virtual reduz custos do empreendedor em até 70%

Em tempos de home office, a necessidade de fazer reuniões presenciais com clientes leva cada vez mais profissionais que trabalham em casa a procurar o serviço dos chamados escritórios virtuais – estrutura que será seu próprio escritório durante o curto período ocasional que precisar. Além de comodidade, esses escritórios garantem um corte de até 70% nos custos mensais dos empreendedores.

Manter um escritório físico fixo é mais caro do que parece, e pode mesmo ser um obstáculo aos empreendedores, de acordo com a diretora do Escritório Virtual, Rosana Marques. “Pensando nessas questões, resolvi montar a minha empresa Escritório Virtual, para atender a esse nicho em crescimento de empreendedores que trabalham em casa”, afirma Rosana, pioneira na Bahia ao oferecer o serviço há mais de 20 anos.

 

“O escritório virtual é uma estrutura que vai oferecer ao empreendedor não só espaço para reuniões, como também telefone com atendimento personalizado, é quase como se você tivesse sua própria secretária”, afirma. Além disso,  correspondências comerciais podem ser enviadas para o escritório virtual, que redirecionará tudo para o cliente.

Menos despesas

“São benefícios que vão além da  necessidade de um espaço para realizar ações profissionais ocasionais”, explica o coordenador de comércio e serviço do Sebrae, Ítalo Guanais. “Você terá um espaço para recorrer tendo um baixo custo no processo. Comparando um escritório físico fixo com um escritório virtual, o empreendedor conseguirá cortar 70% do que seria seu gasto mensal”, explica.

O diretor da empresa de recursos humanos Decisão RH, Edilberto Reis, utiliza do escritório virtual há 13 anos e conta que dentre as principais vantagens está o corte de profissionais que você precisaria manter caso tivesse um escritório fixo.

“Manter um escritório exige outros detalhes, como profissionais de limpeza do espaço, profissionais de manutenção e até mesmo é necessária uma atenção com a mobília do local, que precisa de troca por causa do desgaste, por exemplo”, explica o empresário.

E para quem está apenas começando seu negócio, essas questões podem ser ainda mais problemáticas. “O modelo de escritório virtual é positivo sobretudo para quem quer começar seu negócio agora e não tem como investir”, afirma Guanais.

“Montar e manter um escritório é algo bastante caro. E isso para o microempreendedor é ainda mais sensível”, afirma o diretor da Regus Brasil, Otávio Cavalcanti. A empresa, que atualmente oferece esse espaço “virtual” em 10 estados, reflete também a necessidade de empresas médias ou grandes terem filiais em outros estados.

“Enxergamos que há mesmo essa necessidade de a empresa estar presente em outras cidades, ter “filiais”, mas isso é caro de se manter”, afirma a diretora da Escritório Virtual, que tem um espaço montado em Lauro de Freitas.

Vale a pena?

Apesar das várias vantagens, sobretudo financeiras, que o escritório virtual pode proporcionar, é necessário atenção quanto ao tipo de negócio que você mantém. “Não é todo microempreendedor que tirará vantagem de um escritório virtual. A depender de sua necessidade de encontros físicos, seja com clientes ou funcionários, o gasto que você terá com escritório virtual pode não valer a pena”, afirma Guanais. De acordo com ele, alguns negócios funcionam melhor em um ambiente físico e fixo, de uso diário, e é necessário atenção quanto a isso.

“O escritório virtual  é  usado para fortalecer a imagem corporativa do microempreendedor que  trabalha em home office”, conta Cavalcanti. Guanais acredita que esse é um dos principais benefícios do escritório virtual, mas, para que isso aconteça, o empreendedor precisa ser criterioso na hora de escolher a empresa ideal.

“Você precisa ler com atenção o contrato e saber o que está incluso no pacote que você está pagando. Pese se o local do escritório virtual vai realmente beneficiar a imagem de sua empresa”, diz. Existem pacotes a partir de R$ 99.

Saiba mais sobre os escritórios virtuais

Quem – Um escritório virtual é ideal para profissionais que trabalham em casa, mas precisam de um ambiente comercial para realizar reuniões e receber correspondências

Onde – Se você busca reconhecimento, o ideal é que procure um escritório virtual com endereço de destaque comercial, pois esse será o endereço oficial de sua empresa

Preço – Com pacotes a partir de R$ 99, você poderá ter acesso a sala de reunião, telefone com secretária constante e um endereço comercial para correspondências da empresa

Vantagens – Você não precisará se preocupar com pagamento de contas fixas, como água, luz e telefone. Algumas vezes, a internet também está inclusa no pacote do escritório virtual

A história do beduíno órfão que virou ‘empreendedor do ano’

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 A história do beduíno órfão que virou 'empreendedor do ano'

É melhor não perguntar a Mohed Altrad qual é a sua idade. Não que ele tenha vergonha de dizê-la, é que ele simplesmente não saberia responder com exatidão. Apesar de multimilionário, Altrad não tem ideia de quantos anos tem – por volta de 65, talvez? E ele nem se importa com isso.

A conversa com esse beduíno multimilionário aconteceu em um lugar curioso: um dos hotéis mais luxuosos desse ninho de luxo que é Monte Carlo.

No ano passado, Altrad ganhou o título de “Empreendedor Francês do Ano”. E recentemente, foi a Monte Carlo para receber o título mundial, derrotando outros 51 candidatos no concurso anual realizado pela consultoria Ernst & Young.

Foi aí que me contou da sua trajetória vestindo roupas elegantes e falando um inglês fluente. Ele não dorme muito – mas pensa e escreve bastante sobre seu passado e seu presente.

Altrad nasceu no deserto sírio. Seu pai era líder de uma tribo beduína, e sua mãe era uma mulher pobre desprezada.

Seu pai a violentou duas vezes, e ela teve dois filhos: Mohed Altrad e um irmão mais velho, que morreu pelas mãos do próprio pai.

Sua mãe morreu no dia que ele nasceu, e Altrad passou parte da sua juventude em Raqqa, na Síria, atualmente um território dominado pelo grupo que se autodeclara “Estado Islâmico”.

Ali, foi criado por sua avó na mais absoluta pobreza. Ela pensava que a criança se tornaria um pastor, então nunca pensou em mandá-lo para a escola.

Instinto de sobrevivência

O jovem, no entanto, via os outros estudarem e isso o intrigava. Ele espiou a aula por um buraco na parede e pôde ver a caligrafia na lousa, mas não conseguiu ler o que estava escrito.

Altrad persistiu e finalmente foi à escola. Era inteligente e sempre tirava boas notas – tão boas, que seus companheiros ficaram com inveja quando o humilde pastor se tornou o primeiro da classe.

Eles o levaram para um deserto onde cavaram uma cova e o enterraram lá, antes que saísse correndo.

Altrad, porém, conseguiu escapar – e ele nem sabe explicar como. “Instinto de sobrevivência”, disse.

Foi aí que a sorte começou a mudar. Um casal sem filhos resolveu adotá-lo – ele pôde voltar à escola e seguiu tirando boas notas.

Tudo isso aconteceu em Raqqa, a cidade que agora é a capital do “Estado Islâmico”, um fato que o entristece bastante.

Estudos e empresas

Há 60 anos, a situação da Síria também era complicada: o país era governado por uma ditadura militar influenciada pela França e pela União Soviética.

Altrad conseguiu uma vaga na Universidade de Kiev, mas logo lhe disseram que seu curso estava cheio. E em vez de viajar à União Soviética, ele foi estudar em uma das universidades mais antigas da Europa, a Universidade de Montpellier, na França.

Chegou tarde, em uma noite fria de novembro – e não falava uma só palavra em francês. Mas isso não foi o suficiente para brecar seus estudos.

Conseguiu fazer um doutorado em ciências informáticas, trabalhou para algumas das principais empresas francesas, obteve nacionalidade do país e começou a trabalhar para a Companhia Nacional de Petróleo de Abu Dhabi – e lá não tinha onde gastar todo o dinheiro que ganhava.

E assim ele se salvou. Tudo o que ele sonhava era em ter o controle do seu próprio destino.

De volta à França, ajudou a fundar uma empresa que fabricava computadores portáteis. Quando a vendeu, conseguiu mais dinheiro.

Depois, junto a um sócio, comprou um pequeno negócio de andaimes de construção. E se endividou: a empresa perdia muito dinheiro.

“Não é a última tecnologia, mas andaimes sempre vão fazer falta”, pensou. E os pequenos empreiteiros que compravam seus andaimes de metal também precisavam de caminhões e betoneiras para misturar cimento. Assim, ele acrescentou outros serviços à empresa.

E incentivando os funcionários com bônus ligados ao seu desempenho, os dois sócios conseguiram reverter a tendência e começaram a lucrar com o negócio.

Altrad usou o dinheiro para crescer mais, comprando outras companhias.

Ele também se esforçava para tratar bem os empregados, pedindo para que respeitassem uma lista de princípios a partir do momento em que eram contratados.

Também começou a expandir os negócios para fora da França, mas sempre oferecendo produtos para construção e seguindo os mesmos princípios: além dos andaimes, oferecia todas as outras coisas que as construtoras precisavam.

Em 30 anos, a pequena indústria cresceu até chegar a incluir 170 empresas sob o comando de Altrad. Eram 17 mil empregados, US$ 2 bilhões anuais em valor de negócio e US$ 200 milhões de lucro.

E agora, ele acaba de dobrar o tamanho da empresa – chamada Altrad Group – comprando uma concorrente holandesa.

Felicidade

Mohed Altrad também é presidente e coproprietário da equipe de rúgbi de sua cidade “adotiva”, Montpellier.

Mas apesar de seu sucesso e reconhecimento, ele segue sendo um líder bastante silencioso e muito querido pelos empregados.

“Você pode me perguntar por que estou fazendo isso”, disse. “Mas nunca foi por dinheiro. Estou tentando desenvolver um empreendimento humanista e fazer as pessoas que trabalham para mim felizes.”

“Porque se elas são felizes, elas são mais eficientes, melhores trabalhadores e terão uma vida melhor”, explica.

Isso, ele diz, é o que as empresas deveriam ter como objetivo. “Se sou feliz, trabalho melhor”, insiste.

Altrad também acredita que o crescimento de uma empresa tem que ser financiado por seu próprio lucro. “Se recorre ao mercado financeiro, volta a ser escravo dos bancos.”

E ainda que sua empresa tenha estado por trás da consolidação de uma indústria local antes fragmentada, ele tenta não se comportar de forma monolítica.

“Uma empresa é uma identidade, um pedaço de história: são seus produtos, seus clientes”, disse. “A tendência geral de grandes grupos como o nosso é moldar (as companhias que compram) e fazê-las mais ou menos iguais à nossa. Mas isso vai contra nosso conceito”, diz.

Princípios

Ou seja, as empresas que fazem parte do grupo Altrad mantêm seus nomes e sua identidade.

Todas compartilham, no entanto, o que Mohed Altrad chama de “declaração de princípios”, que os novos empregados devem endossar – ou melhorar.

“É um empreendimento humano”, disse.

“Se alguém está interessado em uma mulher e sua primeira atitude é dizer a ela como deve se vestir, como deve ser a maquiagem, a reação imediata dela será: ‘o que está fazendo?’. É exatamente o mesmo quando você compra outra empresa”, exemplifica.

Altrad também usa suas noites de insônia para escrever livros, incluindo alguns de economia. Também escreveu uma novela autobiográfica, intitulada Beduíno, que foi selecionada pelo Ministério da Educação da França para ser leitura obrigatória nas escolas.

Sua história tem uma importância ainda maior na Europa, onde o tema da migração é cada vez mais importante.

“Podem dizer que tenho mais de 3 mil anos de vida. É a vida do deserto, que tem suas próprias regras e começou 3 mil anos atrás”.

“Falar com você nesse lugar tão bonito e luxuoso ainda me parece estranho. Esse sentimento está no meu sangue, na minha vida cotidiana”, afirmou.

Mohed Altrad sabe que alguma coisa pode acontecer a qualquer momento e por isso tem algum receio do futuro. Mas garante: “O sentimento de liberdade também está aqui sempre”.

Perguntei a ele se agora está feliz. “Na realidade, não”, contesta.

“Tenho uma dívida com a vida que nunca vou poder pagar: devolver a vida à minha mãe, que não teve vida. A dela foi tirada muito cedo, ela viveu 12, 13 anos. Violentaram minha mãe por duas vezes. Ela viu um de seus filhos morrer e morreu no dia que me deu a vida”.

Se inspire nessa trajetória de sucesso e abra a sua empresa no EV.

http://economia.uol.com.br/noticias/bbc/2015/06/15/de-crianca-abandonada-a-multimilionario-a-historia-do-beduino-orfao-que-virou-empreendedor-do-ano.htm

Confiança do consumidor e o processo de fidelização de clientes

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Em mercados em que a competitividade é alta, basta que as expectativas do consumidor em relação à empresa não sejam atingidas plenamente para que ele tenha elementos para não confiar totalmente na oferta da empresa.

Um produto de qualidade e com preços justos era o mínimo que um consumidor desejava no momento que estava realizando uma transação comercial. Nos últimos anos, este patamar de exigência vem aumentando e, além dos elementos anteriores, o consumidor busca confiança em relação às marcas. Esta confiança se estabelece, em um primeiro momento, a partir da identificação de boas opiniões em relação ao produto, à marca e à empresa.

Ter o nome de sua empresa ou da marca de seu produto veiculado nas mídias de forma negativa cria uma desconfiança por parte do consumidor, e caso ele tenha outra opção de escolha mais segura, provavelmente dará preferência a esta alternativa.

Em mercados em que a competitividade é alta, basta que as expectativas do consumidor em relação à empresa não sejam atingidas plenamente para que ele tenha elementos para não confiar totalmente na oferta da empresa. Este sentimento de confiar, por parte do consumidor, passa antes pela suspeita e, caso esta suspeita seja validada imediatamente, passa a gerar uma desconfiança, ou seja, uma visão pessimista sobre a relação comercial que se estabelecerá.

A manutenção deste estágio de desconfiança, o reforço ou novas suspeitas estará decretando um afastamento em relação à marca. Portanto, uma marca dependerá demasiadamente do processo de confiança por parte do mercado e a manutenção deste estágio deve fazer parte da estratégia da marca.

É evidente que problemas acontecem, como defeito de um produto, problema na prestação do serviço, dificuldade na entrega, entre outros de qualquer relação comercial. Mas todos estes fatores normalmente colocam a relação comercial no estágio de suspeita. Não tomar nenhuma atitude em relação aos fatos anteriormente citados, eleva ao patamar de desconfiança.

Venha para o EV e aumente a confiabilidade no seu negócio.

s/confianca-do-consumidor-e-o-processo-de-fidelizacao-de-clientes/101497/

EV – Escritório Virtual – Canton Fair China 2015

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Rosana Marque, sócia e fundadora do EV – Escritório Virtual, participou da Canton Fair 2015 na China. Confira o seu relato:

A Feira de Cantão, também conhecida como “Canton Fair” realizada todos os anos na cidade de Guangzhou, China, foi inaugurada em 1957 e hoje se tornou a maior feira multissetorial do mundo. Ela conta com 58 anos de história e é realizada duas vezes ao ano, em abril e em outubro, e alcança hoje sua 117ª sessão de sucesso com a mais completa variedade de expositores e compradores estrangeiros.

Rosana Marques – A participação na Canton Fair, para mim, foi um dos ápices do exercício do empreendedorismo, pois pude vislumbrar várias oportunidades de negócio para as inúmeras empresas que integram a rede do EV, construída ao longo desses 20 anos.Ter a confiança desses clientes para buscar novos negócios para fortalecer ainda mais a nossa rede foi minha missão.

Fiquei impressionada com as inovações que observei na prática: de tecnologia digital de ponta à construção civil mais econômica, além de inúmeros produtos alternativos e criativos,tendo sempre como foco a sustentabilidade para garantir a qualidade de vida dessa e das próximas gerações.

O chinês é um povo simples. Encontra prazer em servir seus clientes. Valoriza a visão, missão e valores da empresa. Empreende por natureza e inova por necessidade. Tudo isso faz com que eles mereçam nossa reverência.

Para compartilhar essa minha experiência com você, cliente EV, falando das oportunidades de negócio vislumbradas, farei um encontro informal no dia 16 de junho (16/06/15), das 08:00 às 10:00, na sede EV Salvador.

Quem tiver interesse, favor enviar e-mail para salvador@portalev.com.br