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O que é ser escalável, e por que sua empresa precisa disso.

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Ser escalável é fundamental para sobreviver num ambiente de negócios
caracterizado pela velocidade. Veja como fazer isso:

07-02-2017

Por que é importante que meu negócio seja escalável (e como fazer isso)?

Ser escalável significa ser capaz de crescer rápido. Geralmente, para tanto, é necessário desenvolver um modelo de gestão que possa ser reproduzido rapidamente, podendo então crescer sem perder tempo em ter que reinventar a roda.

Ser escalável também é fundamental para permitir que os clientes criem o hábito de adquirir os seus produtos e serviços antes que os seus concorrentes lhe imitem e tentem tomar de você os clientes conquistados.

Resumindo, ser escalável é fundamental para sobreviver num ambiente de negócios caracterizado pela velocidade com que a informação se espalha e pela mudança frequente que exige do empresário de suas empresas inovação e novos modelos de negócio cada vez mais frequentemente.

Como fazer isso?

Desenvolva uma empresa que se mantenha em contato permanente com os seus clientes. Que saiba interpretar os desejos e necessidades deles. Ouça os clientes, e saiba interpretá-los.

Use a tecnologia de forma intensiva, mas invista em pessoas. Contrate pessoas melhores que você. Escolha funcionários que acreditem nas pessoas e que saibam fazer a gestão de suas equipes. Resumidamente, contrate membros capazes de se tornarem líderes, no sentido amplo da palavra.

Procure sempre disputar os mercados em que os seus melhores concorrentes – ou seja, as melhores empresas do mundo na sua área de atuação – estejam presentes. Só esta condição gerará a motivação necessária para procurar ser sempre melhor.

Procure manter viva sempre a sua alegria de estar fazendo o que você gosta. E procure que as pessoas que trabalham com você sejam capazes de ter o mesmo sentimento.

O resto? O resto é o resto. Pode usar o modelo de franquias ou de crescimento por meio de filiais. Pode internacionalizar os seus negócios ou pode escolher nichos específicos. Se a expansão precisa de financiamentos, pode procurar parcerias, crowdfunding, investidores anjo ou fundos de investimento.

Mas nada disso vai auxiliá-lo a escalar o seu negócio se você não cuidar dos seus clientes e se não tiver colaboradores de alta performance.

Boa sorte! Até a próxima.

Cristian Welsh Miguens é professor do curso de negócios da Universidade Anhembi Morumbi.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/o-que-e-ser-escalavel-e-por-que-sua-empresa-precisa-disso/

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9 PASSOS PARA FINALMENTE FAZER UM PLANO PARA SEU FUTURO NEGÓCIO.

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thinkstockphotos-505210618Fazer um modelo de negócios é o primeiro passo para quem quer abrir sua própria empresa. O mais utilizado atualmente é o criado pelo suíço Alex Osterwalder, publicado no livro “Business Model Generation”, em 2008.

O objetivo da ferramenta é descrever tudo o que é relevante para um negócio em nove áreas dentro de um quadro, chamado de Canvas. A ideia é que o empreendedor possa ter uma visão holística do negócio para testar sua viabilidade.

O modelo de negócios é parte integrante do plano de negócios, esse sim bem mais detalhado. Ele ajuda o empreendedor a organizar suas ideias”, diz David Kallás, professor de estratégia do Insper.

As pessoas ficam muito focadas na questão da inovação, em ter uma ideia brilhante que ninguém jamais teve. Esse não deve ser o foco. Às vezes, a solução de um problema é algo simples. Você pode abrir uma padaria, que não tem nada de inovador, mas o negócio pode ser um sucesso porque simplesmente não tem outra padaria naquela região”, explica o professor.

Segundo Caroline Caracas, coach de empreendedorismo e negócios e sócia-diretora da Marketing Minds e do Programa Empreenda-se, o modelo de negócios não elimina a necessidade de a empresa ter um plano de negócios em um segundo momento, mas ajuda a ver se o empreendedor está indo no caminho certo.

“O mais importante do modelo de negócios é a flexibilidade. Ele pode ser alterado a qualquer momento. Nele, a pessoa não precisa fazer contas. É uma mera exposição de qual é a sua proposta principal, qual é o seu público, como você vai oferecer o serviço, de qual forma virá sua receita e com o que você terá gastos, tudo posto em uma planilha de forma clara”, afirma.

Veja abaixo quais são os nove passos que você deve seguir para montar o seu modelo de negócios perfeito.

1 — Proposta de Valor

A primeira coisa a fazer é pensar na proposta de valor, ou seja, o que você está oferecendo e como aquilo se destaca da concorrência. O diferencial é o que mais agrega valor ao seu negócio.

“Eu sempre cito o exemplo de uma empreendedora que calçava 33/34 e tinha dificuldade de encontrar sapatos lindos de festa com essa numeração. Então, ela decidiu criar um e-commerce para esse nicho. É um diferencial, uma proposta de valor”, explica Caroline.

2 — Segmento de clientes

Em seguida, é hora de pensar em quem são os seus clientes. Olhando para o exemplo citado por Caroline acima, os clientes seriam pessoas que calçam 33/34 e têm dificuldade de encontrar sapatos de festas com essa numeração.

Neste campo, é possível explicitar se o seu público tem um perfil específico, se costuma ter um comportamento comum ou até mesmo onde essas pessoas estão localizadas.

3 — Canais de distribuição

Definido o público, a próxima etapa envolve pensar na forma em que a empresa vai entrar em contato com o segmento de clientes escolhido. Geralmente isso envolve ações de marketing ou de logística.

“Isso vai variar de acordo com o perfil dos clientes. No caso da empreendedora dos calçados 33/34, ela definiu que o canal seria o e-commerce. Claro, faz todo sentido uma vez que o público é restrito, é nichado. Logo, a melhor solução é oferecer uma plataforma de grande abrangência como a internet”, diz Caroline.

Em outros casos, porém, pode ser mais vantajoso oferecer um serviço presencial, uma loja física, por exemplo (como em uma pizzaria ou restaurante, dependendo da proposta de valor dos negócios).

 

4 — Relacionamento com clientes

O passo seguinte é entender qual será ou quais serão os tipos de relação que a empresa vai estabelecer com os clientes para conquistá-los e mantê-los.

A ideia aqui é pensar nas estratégias que serão utilizadas para a aquisição do cliente, a retenção do cliente e para impulsionar as vendas.

Um exemplo é quando uma empresa oferece a possibilidade de você testar um produto por um determinado período de maneira gratuita.

5 — Atividades principais

“O que a gente chama de atividade chave é algo inerente ao modelo de negócios. Sem aquilo, a empresa não gera receita”, diz Caroline.

Basicamente são as ações essenciais que devem ser realizadas para a empresa funcionar corretamente.

No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, entre as atividades principais dela está a disponibilização de uma plataforma de venda pela internet.

6 — Recursos principais

Neste campo você precisa colocar os principais ativos e recursos intelectuais, físicos ou humanos que a empresa vai precisar para funcionar.

“Se uma das atividades principais de uma empresa é marketing digital, ela terá de ter o recurso humano de alguém com experiência em marketing digital para gerir essa área, por exemplo”, diz Caroline.

7 — Parcerias

Em seguida, é hora de pensar nas parcerias, ou seja, em quais empresas ou organizações poderão dar apoio ou facilitar o funcionamento da empresa.

“Me lembro do caso de um empreendedor que tinha os Correiros como um parceiro de sua empresa, pois os produtos vendidos seriam entregues através desse canal. Ao fazer o modelo de negócios, ele percebeu que não poderia ficar refém dos Correios, pois se eles entrassem em greve, o negócio iria falir”, explica a coach.  “Foi quando ele pensou em um plano B, C, D…”

8 — Fontes de Receita

O passo seguinte já entra na reta final do modelo de negócios. Com a total visão de qual o seu diferencial, qual o seu público e como você vai entregar o serviço/produto, chegou a hora de pensar em como o processo todo vai gerar receitas.

No caso da Netflix, por exemplo, entra nessa área a questão das assinaturas. No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, seriam as vendas pela internet.

9 — Estrutura de custos

O campo final que deve ser preenchido em um modelo de negócios é a estrutura de custos. Nela, será preciso descrever os custos totais da empresa decorrentes da operação do modelo de negócio em questão.

“É importante lembrar que é uma descrição, e não uma planilha numérica”, afirma a coach de empreendedorismo. Ou seja, se a pessoa tem um e-commerce, na estrutura de custos deve constar os gastos com entrega de produtos.

 

fonte: http://exame.abril.com.br/pme/9-passos-para-fazer-um-modelo-de-negocios/

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VOCÊ CENTRALIZA TODAS AS TAREFAS OU CONSEGUE DELEGAR?

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Essa é a grande diferença entre um bom empreendedor e o empresidiário. Há muitas coisas que podem impedir um negócio de prosperar, e entre elas está uma gestão excessivamente centralizadora. O empreendedor acaba colocando para si uma enorme pressão que pode prejudicar não só os resultados da sua empresa como a sua própria saúde. Delegar não é fácil, mas é necessário. Vejamos alguns motivos pelos quais alguns empreendedores não conseguem descentralizar sua gestão:

A crença em que eles são os únicos capazes de tomar as decisões estratégicas importantes para o negócio;

A falta de confiança em pessoas da equipe para pensar, decidir e agir sem a sua participação ou autorização;

A necessidade de saber tudo e participar de tudo o que está acontecendo na empresa, pois só assim eles se sentem tranquilos.

O excesso de centralização atrapalha e até impede o crescimento, afinal o empreendedor, sozinho, não vai conseguir pensar em tudo, decidir tudo e principalmente, fazer tudo que precisa ser feito para o bom funcionamento da sua empresa. Em gestões centralizadoras é muito comum encontrar ambiente tóxicos onde as pessoas se sentem desvalorizadas e de mãos atadas, sem um mínimo de autonomia para pensar e agir.  Isso acaba gerando lentidão na execução dos processos, e falhas são comuns por falta de uma visão do todo. Além disso, o negócio diminui a sua capacidade criativa e o fator inovação também  é mínimo ou inexistente.

Um ambiente de trabalho estimulante e equilibrado, trabalho em equipe, criatividade e inovação são fundamentais para que uma empresa mude, cresça e continue evoluindo. Essas características aumentam, e muito, as chances de conquistar mais e melhores resultados de uma forma sustentável. Daí a importância de o empreendedor delegar tarefas, dar autonomia e confiar na sua equipe e estimulá-la a contribuir com ideias e  tomar decisões. Assim, o seu negócio vai ser mais ágil nas respostas de que o cliente quer e precisa.

A centralização estimula formação de ilhas, separando os profissionais — os desconecta emocionalmente e psicologicamente do  seu trabalho.  Com isso, todos saem perdendo. E o próprio empreendedor pode ver o seu sonho grande virar um tremendo pesadelo. Em vez de se tornar um empresário, pode se tornar o que chamo de empresidiário, aquele empreendedor que, por não delegar e por exagerar no microgerenciamento, se torna um refém do seu próprio negócio, preso às rotinas, tarefas e controles que ele criou e das quais só ele entende. O empresidiário está preso à rotina das tarefas e, por isso mesmo, não consegue pensar e agir estrategicamente.

Gosto muito de dizer que, para um negócio crescer, o empreendedor precisa crescer primeiro.  E esse crescimento passa por delegar tarefas e dar autonomia.  É simples, mas não é fácil.  Mas, quem disse que empreender é fácil?  Cada passo, um desafio a ser superado.

Então, por onde começar?

Comece listando tudo o que você faz no seu negócio.  Você pode passar uma semana escrevendo as tarefas que ocupam a sua agenda e, consequentemente, o seu tempo.  Depois circule aquelas que só você pode fazer.  Esse momento é muito importante, pois se você é um centralizador compulsivo, ao final desse exercício vai ter marcado todas as coisas da lista como “só você pode fazer”.  Aqui começa o processo libertador para você, sua equipe e seu negócio.

LEMBRE-SE: VOCÊ PLANEJOU, INVESTIU DINHEIRO, INSPIROU PESSOAS A ABRAÇAREM A CAUSA DO SEU NEGÓCIO E SEGUIREM SUA VISÃO DE FUTURO.

Por isso, não deixe que esse sentimento centralizador impeça seu sonho e sua visão de alcançar todo seu potenial. Para ser grande, além de sonhar grande, é importante agir como gente grande.  O seu crescimento na direção de delegar vai estimular as pessoas a se engajar cada vez mais e a produzir mais e melhor.

Depois de circular as coisas que apenas você, como empreendedor, fundador do negócio, pode fazer, analise cuidadosamente o que não está circulado.  Essas são as tarefas que podem ser delegadas. Escreva ao lado de cada uma delas quais as pessoas que podem ser responsáveis por cada uma dessas tarefas.  O importante é escolher a pessoas certa para a tarefa certa.  Aqui é muito importante a ajuda do RH da sua empresa.  A gestão de pessoas pode contribuir para um ato de delegar mais preciso.

O terceiro passo é o acompanhamento.  Mais uma vez o RH pode ajudar, definindo a melhor forma de acompanhar o que foi delegado junto com você.  Assim, o empreendedor delega a tarefa, mas continua confiante pois uma pessoa competente está executando o que ele antes fazia, como também que há um acompanhamento competente para garantir a manutenção dos padrões e a melhoria contínua do processo decisivo e de execução.

O que é necessário?

Para que uma gestão menos centralizadora seja bem-sucedida, é importante investir na melhoria do processo de contratação.  Contratar as pessoas certas para o lugar certo é fundamental, e vai deixar o empreendedor mais tranquilo para delegar.  Outro fator importante é a capacitação contínua da equipe.  Gente bem contratada e capacitada pode ajudar mais e melhor nas decisões de que o negócio precisa e na execução que vai levar o sonho do empreendedor para o seu potencial máximo.

Contrate muito bem;

Treine muito bem;

Delegue muito bem;

Acompanhe;

Reconheça quem faz bem;

Redirecione que precisa melhorar.

Delegar permite que o empreendedor tenha mais tempo para acompanhar o seu negócio e sua equipe mais de perto, como também para pensar e definir estratégias que manterão a empresa no rumo certo hoje, amanhã e sempre.  O clima do negócio também melhora, pois autonomia, confiança e reconhecimento ajudam a formar pontes entre as pessoa e os setores do negócio, tornando a empresa mais unida, mais forte e mais preparada para tornar o sonho grande do empreendedor uma realidade.

 

Fonte: https://endeavor.org.br/voce-e-empreendedor-ou-empresidiario/

O EV pode ajudar nos seus negócios. www.portalev.com.br

O QUE FAZER EM JANEIRO E FEVEREIRO?

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shutterstock_170925383Sem dúvida nenhuma, janeiro e fevereiro são meses letárgicos e sonolentos, onde a maioria das pessoas estará, em algum momento, de férias. A retração na demanda com relação a vendas e serviços oferecidos proporcionada por este bimestre representa um declínio expressivo para a grande maioria das empresas. Com certeza, é o pior período do ano para o comércio e para a indústria, que, na grande maioria das vezes, fica com um faturamento que deixa seriamente a desejar, muitas vezes não sendo nem mesmo o suficiente para pagar as despesas. É possível, no entanto, quebrar este paradigma, e ter nestes dois meses atípicos um faturamento relativamente razoável, ou similar aos demais meses do ano?

É possível, mas dentro de alguns limites. Existem exceções, mas a verdade é que para a grande maioria das empresas, janeiro e fevereiro jamais irá se equiparar aos demais meses do ano. Evidentemente, conquistar um faturamento decente nestes dois meses depende de uma série de variáveis, e muitas delas você não será capaz de controlar. Portanto, mesmo que você se esforce bastante, nem sempre seus esforços serão recompensados. Mas, ainda assim, é melhor do que ficar parado, contando o estoque, não é mesmo?

Uma coisa que ajuda algumas empresas neste período do ano é a prospecção de novos clientes, bem como de clientes inativos. O que pode ser feito de três maneiras: por e-mail, por telefone e presencial. E-mails raramente darão resultado – embora você não deva descartar de imediato esta possibilidade – mas definitivamente ligar para possíveis clientes, e agendar um horário para visita, sem dúvida nenhuma, costuma ser a melhor forma de se manter ocupado neste período do ano. Você preencherá a sua agenda com atividades profissionais, e, dependendo das circunstâncias, conseguirá abrir alguns novos clientes, além dos antigos que, por uma razão ou outra, deixaram de comprar de você. Ao menos, conseguirá solicitações para elaborar alguns orçamentos, que poderão eventualmente transformarem-se em pedidos, e serem negociados.

É claro que você deve ser realista. Na grande maioria das vezes, você entrará em contato com vinte e cinco possíveis clientes, será contatado para fazer seis orçamentos, e destes seis, dois – quando muito – serão efetivados de fato em um pedido. Não se sinta frustrado se, depois de fazer o melhor possível, o cliente desistir, e o negócio acabar não se concretizando. Lembre-se: você não controla as circunstâncias – ao menos, não todas elas –, e assim como você está se esforçando ao máximo para não fechar o mês no vermelho, seu prospectivo cliente provavelmente passa pelos mesmos desafios. Obviamente, quanto mais clientes você visitar, mais chances terá de vender. Mas não crie expectativas muito altas. Você sem dúvida nenhuma aumentará as suas chances, mas isso não quer dizer que resultados factuais serão obtidos. Ao menos, não imediatamente.

Como tudo na vida, não existe uma fórmula garantida para o seu sucesso no primeiro bimestre do ano. Embora seu esforço e perseverança contem muito, tenha em mente que você nem sempre conseguirá os resultados desejados. E isso de forma alguma significa que você é um incompetente, ou um fracassado. A paralisia gerada nos primeiros dois meses do ano jamais poderá ser plenamente revertida.

Lembre-se: ter iniciativa em abrir novos clientes, além de mantê-lo ocupado, expandirá suas possibilidades de sucesso. Se você se mantiver atarefado, estes dois meses, além de passarem rápido, poderão ser concluídos com relativo êxito. Mas nunca se sinta frustrado se suas metas não forem atingidas. O mercado é regido por uma série de fatores oscilantes e variáveis, dos quais nós, infelizmente, pouco ou nenhum controle temos.

Comece o ano no melhor escritório para o seu negócio. Conheça o EV Virtual!

Post extraído do: https://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/gestao-empreendedorismo/o-que-fazer-em-janeiro-e-fevereiro/

RAZÕES PARA ACREDITAR: UMA CARTA AOS EMPREENDEDORES PARA 2017

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2016 não foi um ano fácil, e não há muitos elementos para acreditar que 2017 será muito diferente. Mas é em cenários como esse que os empreendedores têm a chance de afirmar o seu papel transformador – e surpreender.

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Por que as Olimpíadas do Rio foram um sucesso? O economista Ricardo Amorim começou sua palestra no RD Summit, evento de marketing digital que aconteceu em novembro, com esse questionamento. Com certeza não foi porque tudo saiu perfeito. Mas sim porque todo mundo acreditava que seria um caos completo. E, quando a expectativa é baixa, o resultado pode surpreender. Para ele, essa metáfora é um bom jeito de explicar as oportunidades do Brasil para os próximos anos.

Apesar de o cenário político e econômico indicarem que a incerteza ainda será presente em 2017, o empreendedor não pode perder o ânimo: afinal, empreender é superar obstáculos tendo a incerteza como companheira.

VALE LEMBRAR: O AIRBNB E O UBER NASCERAM NO PIOR MOMENTO ECONÔMICO DOS EUA, A CRISE DE 2008.

Na Endeavor, trabalhamos há 16 anos para que os empreendedores sejam os protagonistas da transformação. Mas, enquanto alguns dizem que isso é tarefa impossível aqui no Brasil, nós já encontramos várias razões para acreditar.

Se em 2.000 a palavra empreendedorismo não existia nem no dicionário, hoje 3/4 da população afirmam que preferem o empreendedorismo a outras opções de carreira. E tem mais: praticamente quatro em cada dez brasileiros adultos já possuem um negócio ou estão envolvidos com a criação de uma empresa.

AS 35 MIL EMPRESAS DE ALTO CRESCIMENTO BRASILEIRAS (AS CHAMADAS SCALE-UPS) REPRESENTAM APENAS 1% DO TOTAL DE NEGÓCIOS DO PAÍS, MAS GERAM 60% DAS NOVAS VAGAS DE TRABALHO.

É claro que só a vontade não é suficiente para o empreendedor crescer. Apesar de 91% dos empreendedores brasileiros afirmarem que não se preparam para empreender, o número de interessados em conteúdos de capacitação está crescendo. Só o Portal Endeavor já conta com 35 mil empreendedores em cursos a distância neste ano, em temas que vão de liderança a finanças.

Na luta contra a burocracia, já existem exemplos que provam que é possível melhorar o ambiente de negócios das cidades brasileiras. Prova disso é o resultado do Projeto Simplificar em Porto Alegre. Se em 2015, a capital era a pior cidade para se abrir empresas no Brasil, em uma saga que levava até 432 dias, hoje, esse número caiu para 10 dias. E os aprendizados desse projeto já podem ser replicados em outras cidades do país.

Se você acredita que o empreendedorismo ainda está concentrado nos grandes centros urbanos, os números de 2016 provam o contrário. No Índice de Cidades Empreendedoras 2016, das 10 cidades que ocupam o topo do ranking, seis estão no interior, como Campinas, São José dos Campos e Joinville. Em 2015, eram apenas três.

Nas eleições municipais deste ano, mais de 50 candidatos a prefeito se comprometeram com os pleitos do movimento +Empreendedores +Empregos, que têm o objetivo de aproximar o poder público dos empreendedores e eliminar as barreiras que impedem os negócios de crescer. Dez desses candidatos foram eleitos ou reeleitos – agora é a hora de cobrá-los.

SE TEM UMA COISA QUE A CRISE SEMPRE NOS ENSINA É QUE É IMPOSSÍVEL ENTRAR E SAIR DELA SENDO A MESMA PESSOA.

Por isso, nos desafios que surgirem em 2017, cabe ao empreendedor assumir seu papel de protagonista, para além das paredes da sua própria empresa: criando novos negócios, crescendo com ética, gerando novos empregos, inovando e sonhando grande, sem esquecer de trazer com ele as pessoas ao seu redor – funcionários, fornecedores, clientes, parceiros e investidores.

Em 2017, dedique um tempo para mentorar outros empreendedores mais novos, contar sua história inspirando outras pessoas, investir em pequenos negócios com potencial de impacto ou mesmo usar a estrutura e os recursos que você tem na sua empresa para fortalecer o ecossistema empreendedor da sua cidade.

Em tempos de incerteza, precisamos estar juntos.

Feliz ano novo – com o lado cheio do copo!

Venha conhecer de quem maneira poderá ajudar-lhe em seus negócios. www.portalev.com.br

Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/razoes-para-acreditar-uma-carta-aos-empreendedores-para-2017/

CRIATIVIDADE AJUDA A DRIBLAR CRISE E SALVA NEGÓCIOS

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Nesse momento difícil, que a economia brasileira vive hoje, criatividade pode fazer toda a diferença pra quem precisa conquistar clientes. Em alguns casos, uma ideia boa pode até salvar o negócio.

Já faz três anos que se cortam nas diferentes espessuras em diferentes tamanhos, para diferentes clientes, que precisam comparar em um mesmo cenário econômico do país: o de uma crise bem mais rígida que as placas de papelão da fábrica do Bruno.

Não estava nem adiantando se especializar na produção de móveis de papelão incrivelmente resistentes para eventos de grandes empresas porque até elas estavam sem grana.
Foi aí que o Bruno começou a fazer um papelão no faturamento.

Repórter: Se continuasse por aí vocês estavam para entrar num caminho bem perigoso.
Bruno Pellegatti, empresário: A gente estava chegando num ponto de ou reduzir a jornada ou até dispensar alguém.

Até que o pulo do gato, quem diria, veio daqueles que nem aqui trabalham, só aparecem vez por outra. E quando ele vinha, nunca tinha nada para fazer, além de mexer no computador. Foi aí que ela, nos grupos de mães da internet, descobriu uma demanda interessante.

“Eu sempre apresentava a minha empresa de móveis de papelão e as pessoas vinham com a história do papelão: ‘E então você tem uma casinha, você tem brinquedos?’”, diz Ana Serino De Rezende, dona de casa.

No começo o Bruno ficou meio assim com a ideia, pensou “ah, mas já tem gente vendendo”. Só que tinha um detalhe…

“Nós produzimos. Nós não mandamos fazer como as outras empresas. Então a gente conseguiria fazer uma casinha de papelão de igual qualidade bem mais barato”, explica a dona de casa.

Aí realizando o sonho da casa própria de papelão para as criança, o faturamento da empresa cresceu 40%. Os brinquedos ajudaram a preservar esses outros pedacinhos de papelão: os cartões de ponto dos funcionários. Até chegou cartão novo.

“A gente está com um temporário para atender a demanda de Natal que está realmente surpreendente”, afirma Bruno Pellegatti, empresário.

No caso deles, a criatividade foi o principal remédio anti-crise. A mesma crise que fez o movimento no consultoria da Camila cair 30%. Se já era difícil convencer a criançada a sentar na cadeira, a falta de grana no bolso começou a assustar os pais mais que o barulho da maquininha.

Pra virar esse jogo, ela decidiu arriscar outros passos na carreira e, quase como mágica, transformou a dentista preocupada numa fada dentista. E a Cecília vai com a mesma facilidade de todos os outros pacientezinhos. Desde que a fada abrilhantou o atendimento e mudou a decoração do consultório, foi como se a assustadora maquininha tivesse se transformado numa varinha de condão que fez a clientela em queda superar os patamares de anos atrás.

“Por volta de seis meses que estou com a personagem a fada dentista e a cada dia mais eu vejo que foi a melhor ideia que eu tive na vida”, conta Camila Basílio Okamoto, cirurgiã dentista.

Que nasceu com um hábito: o de colocar fantasias. Ela é filha de presidente de escola de samba em São Paulo. Aí, quando veio a ideia da fada, ficou fácil demais fazer uma roupa mágica, super personalizada… Mas a sacada ainda é o ponto principal dessa história.

“Não é tão simples assim você ser criativo. É uma consequência de um processo de desenvolvimento que a pessoa passa, de acumulo de repertorio. A criatividade tá muito linkada a você acumular experiências e uma hora você olha pra tudo aquilo, junta os pontos e consegue fazer de uma forma diferente”, destaca Luiz Guilherme Manzano, diretor de apoio a empreendedores/Endeavor.

Então, se a crise piorou e muito a sua realidade, lembra que a salvação pode morar numa casinha simples e chegar até você num carrinho de papelão. É a criatividade que pode transformar o seu dia a dia complicado num grande conto de fadas.

Assista o link completo: http://glo.bo/2gDk2y4

Venha para o EV!

MARKETING DIGITAL: 8 COISAS QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO ERRADO

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Confira as principais lições deixadas para os empreendedores no RD Summit 2016, que reuniu mais de 5 mil pessoas em Florianópolis

donald-trump-empreendedorAtrair, converter, fechar e encantar. Por trás de cada fase do famoso funil de inbound marketing existem técnicas, processos e pequenos hacks que são capazes de impulsionar o crescimento da sua empresa, por meio das vendas.

Mas, em meio a tanto conteúdo técnico, uma lição nós aprendemos: quem quiser fazer marketing digital de verdade, de alta performance e grande impacto, precisa entender antes de mais nada do comportamento humano.

Se você não conseguiu participar esse ano do RD Summit, evento organizado pela Resultados Digitais, confira as principais descobertas!

1) Se você não entende as pessoas, paga mais caro pelo marketing que faz

Comece olhando para as pessoas. Essa dica simples foi dada por Wil Reynolds, fundador da SEER Interactive, no começo da sua palestra. Para ele, quando você muda a visão de “eu preciso de mais cliques” para “o que o meu público pensa no momento do clique”, é capaz de criar anúncios que falem melhor com as pessoas, conectados com a motivação e a emoção de cada uma delas.

Se você se concentrar na intenção por trás de uma pesquisa no Google, por exemplo, em vez de olhar somente para o volume de buscas, pode aproveitar melhor a primeira chance que tem de dizer que entende o consumidor. E é isso que vai diferenciá-lo entre tantas abas abertas no navegador de alguém.

Faça uma rápida revisão do que existe na internet sobre a sua empresa, dos anúncios de AdWords aos disparos de e-mail.

Será que o que a sua marca diz se conecta verdadeiramente com as pessoas?

Se você chegou a pensar duas vezes e não tem certeza da resposta, chegou a hora de revisar essa comunicação. Porque a lógica é simples: se você não entende a intenção das pessoas, paga mais caro pelo clique.
2) Seja um especialista em contar pequenas histórias

Escrever textos persuasivos quando se tem liberdade de tamanho é tarefa simples. Porém, fazer isso com os 140 caracteres do Twitter, as limitações de SEO do Google ou a legenda do Facebook exige uma habilidade diferente. Para Wil Reynolds, você precisa saber contar boas histórias em poucas palavras. Ao mudar o foco de quem escreve para quem lê, você usa a experiência dos usuários para dar o contexto à comunicação.

E ele dá um bom exemplo do que é isso na prática.

Em um site de venda de produtos usados, um livro era oferecido por diferentes vendedores pelo mesmo preço e praticamente no mesmo estado. O que diferenciaria a compra de um ou de outro? O texto de duas linhas escrito logo abaixo. O primeiro dizia “condições próximas de um livro novo”. Já o segundo indicava:”sua compra cria novos empregos e transforma vidas, muito obrigado”. E você, qual dos dois livros compraria?

No segundo exemplo, eles usaram um pequeno espaço de comunicação e ressignificaram o ato de compra do seu produto.

Dê valor aos pequenos espaços de texto que você tem, aos micromomentos de atenção das pessoas e ao uso de histórias curtas que podem criar conexões com quem lê. Quanto mais humano for o seu texto, mais você vai falar com as pessoas, enquanto todas as outras marcas ainda conversam só com o Google.

Todo ponto de contato é uma oportunidade, otimize cada um deles!

3) Não peça seus clientes em casamento antes do primeiro encontro

Neil Patel, um dos maiores especialistas em Growth Hacking do mundo, começou sua palestra sem muitos rodeios. Apontando para uma das pessoas da plateia, perguntou: “Você quer casar comigo?” Assim, sem nem mesmo saber o nome. Parece loucura? Pois esse foi um jeito de explicar como as empresas têm se comportado no ambiente digital: antes de o usuário entender o que a marca faz, já é abordado por uma comunicação que se concentra na venda, para fechar o negócio antes mesmo do primeiro encontro.

Em uma visão complementar, Wil Reynolds mostra que as pessoas preferem aprender sozinhas sobre um tema, um conceito ou um produto, antes de tomar uma decisão de compra ou confiar no papo do vendedor. Essa desconfiança com tudo o que é promocional traz um novo desafio para os profissionais de marketing:

O conteúdo que você cria, o texto da sua Landing Page ou os anúncios que você faz para pessoas que ainda não o conhecem são como um primeiro encontro ou já são um verdadeiro pedido de casamento?

Concentre-se na informação ao seu público, na vontade genuína de responder todas as suas dúvidas e tornar as informações claras, acessíveis e objetivas. Esse contato inicial vai construindo uma relação de confiança, credibilidade e reputação para a sua marca. Exatamente o que você precisa para criar um relacionamento sério com seus futuros clientes.

5) Não resolva  problemas de processos  com pessoas

Toda vez que sua empresa enfrenta um desafio de execução, o que você faz? Contrata uma nova pessoa para desempenhar esse papel ou procura automatizar os processos?

No Brasil, grande parte das empresas tem o costume de resolver problemas de processos usando pessoas. O crescimento acelerado de uma empresa muitas vezes exige que o time fique mais inchado para dar conta das demandas porque “falta braço”. Porém, já existem organizações que são referência de alto impacto, mesmo formadas por times enxutos. Um dos segredos? Automatização dos processos.

Quem explica o que é isso na prática é Elton Miranda, cofundador da Contentools, uma empresa marketing de conteúdo brasileira.

Para a máquina de crescimento continuar enxuta e ágil, existem dezenas de ferramentas e softwares que ajudam a automatizar e otimizar os processos para ganhar eficiência e deixar o time se dedicar mais à estratégia do que à execução de tarefas básicas.

Uma boa dica é começar com uma ferramenta que integre diferentes apps, como o Zapier. Esse serviço online é capaz de integrar mais de 500 apps diferentes, como Gmail, Dropbox e Slack, sem precisar chamar um desenvolvedor.

Além disso, uma ótima recomendação para o gerenciamento de tarefas individuais e coletivas é o uso de softwares como o Asana ou o Trello, ferramentas de colaboração online que melhoram a produtividade de times e a execução de projetos.

Você também pode automatizar a jornada do seu consumidor, da aquisição à retenção, usando o software PiPZ. Já para trabalhar com outbound sales a dica de Miranda é o Growbots, uma ferramenta de inteligência artificial para vendas. Uma outra dica é uma ferramenta capaz de identificar quem está usando a tecnologia do seu concorrente: a Similar Tech. Com essa informação, você é capaz de mapear o alcance dos seus competidores e ao mesmo tempo ganhar agilidade na geração de novos leads.

Essa lista rápida de serviços online é só a ponta do iceberg. Comece revisando os processos com mais gargalos da sua empresa. Busque ferramentas para solucionar cada um desses gargalos: é provável que elas já existam. Afinal, você não é o primeiro a enfrentar esse desafio.

Mas não pare por aí. Crie uma cultura de busca contínua por ferramentas e softwares que otimizem o trabalho do seu time e reserve um orçamento anual para investir nesses serviços. Porém, se a lista de softwares for maior do que o seu orçamento é capaz de pagar, priorize aquele que promete resolver a maior dor da sua empresa, e que, se solucionado, vai apresentar um ganho de produtividade enorme.

6) Conteúdo memorável não se faz copiando o que já existe

Existem mais de 271 milhões de blogs e sites brigando pelo clique e pela atenção das pessoas. E depois que as práticas de marketing de conteúdo se popularizaram, ficou ainda mais difícil transformar o ruído em informação.

Foi por isso que Henrique Carvalho, do Viver de Blog, dedicou sua palestra a explicar como transformar os 20% de esforços em marketing de conteúdo em 80% dos seus resultados.

Começando por conhecer quem é seu público. Entender as motivações, os porquês e o que o leva a uma tomada de decisão vai aprofundar a sua visão de conteúdos que conversam com ele –usando a mesma linguagem e falando de assuntos comuns.

Descubra quais são os livros, as músicas e os filmes favoritos do seu público. Reserve um tempo para procurar os livros mais lidos por ele na Amazon. Leia as críticas e tente identificar os medos, as emoções e as dúvidas das pessoas que escrevem –e o que elas de fato encontraram de resposta naquele livro. Isso pode inspirar a construção do seu posicionamento, da sua voz e da proposta única de valor do seu conteúdo.

Com isso definido, deixe claro qual é a frequência de publicação do seu conteúdo. E cumpra com esse combinado. Afinal, a consistência é a disciplina da frequência. Mas não comece querendo estar presente em todos os canais. O equilibrador de pratos não começou com 20 objetos na mão.

Dedique-se muito a uma única peça de conteúdo, antes de mais nada.Henrique contou que chegou a produzir 38 títulos diferentes para um determinado post. No final, o time conseguiu gerar mais de 33 mil leads. De fato, conteúdos memoráveis não nascem do dia para a noite.

Para se aprofundar nesse tema, Henrique deixou algumas recomendações de livros, como Story Wars para falar de storytelling, Made to Stick e Contagious para você entender os mecanismos das ideias contagiosas e também Scrum: A Arte de Fazer o Dobro de Trabalho na Metade do Tempo.

7) Um disparo de e-mail marketing para uma lista muito grande nem sempre é a estratégia mais eficiente

Enviar um e-mail marketing nunca foi tão simples. E talvez por isso se manter relevante na caixa de entrada das pessoas seja um desafio cada vez maior. Para Scott Heimes, da SendGrid, os e-mails deveriam seguir 4 regras básicas: contexto e timing, relevância do conteúdo para a segmentação escolhida, personalização da mensagem para evitar o tom robótico da maioria dos e-mails e, por fim, regionalidade para gerar identificação.

Mas esse é só o primeiro passo de uma estratégia segura de e-mail marketing. Para se manter relevante na caixa de entrada das pessoas, seus e-mails precisam atingir boas taxas de abertura e clique, com consistência. Quanto menor for a a taxa de abertura ao longo do tempo, menos os algoritmos dos provedores de e-mail (Gmail, Hotmail, UOL…) vão entregar suas mensagens na caixa de entrada de seu público.

Por isso, se um disparo de e-mail para milhares de pessoas parece uma ótima ideia, Scott nos faz repensar essa estratégia. Se você focar na base de engajados –pessoas que já abriram seus e-mails nos últimos 3 ou 6 meses–, sua relevância vai aumentando e, por consequência, a entregabilidade dos seus e-mails também.

E você já pode trabalhar hoje mesmo com uma estratégia dessas, começando pela higienização das listas de contatos da sua empresa. Scott sugere que você diminua a frequência de disparos para quem não abre ou clica nos seus e-mails. E mais: não envie nada para os 5% mais inativos da sua base.

Já para construir uma boa reputação, peça permissão para enviar e-mails para a sua base, incluindo sempre um opt-in nos formulários, e crie uma central de preferências de e-mails, divididos por temas, interesses ou serviços –que facilitem sua segmentação. Deixe também um workflow ativado de boas-vindas para os novos leads que explique o que você faz e como pode ajudá-los. E, por fim, facilite o descadastramento da sua base para quem não estiver interessado.

São essas práticas que vão garantir a construção de uma reputação para o seu IP e a melhora contínua na performance de entrega e engajamento dos seus e-mails. E se você quer compartilhar essas ideias com o seu time de Marketing Digital, recomendamos que conheça o blog do Scott.

8) O futuro do design digital é centrado na conversão, mas os designers não foram educados para isso

Nunca comece uma campanha de marketing sem uma landing page dedicada. Essa é a mensagem principal que Oli Gardner, fundador do Unbounce deixou na sua palestra no RD Summit. Se a dica parece simples, os exemplos que ele dá só reforçam que os profissionais de Marketing ainda não entenderam isso.

Milhões de pesquisas acabam em péssimas experiências para o usuário: ele não acha o que busca, se confunde com o excesso de links da página ou ainda não entende bem o que a empresa faz. Para Oli, a solução está na entrega de uma experiência encantadora usando o design centrado na conversão.

Comece eliminando todos os links que vão competir pela atenção do usuário, e deixe apenas aquele que você deseja que ele clique. Na Landing Page abaixo, por exemplo, existem 80 links diferentes, entre o menu e o rodapé, que distraem o usuário do único botão que importa: o Inscreva-se Agora.

Fonte: https://endeavor.org.br/marketing-digital-licoes-rd-summit/?utm_campaign=nao_empreendedores_news_16112016&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Venha para o EV Virtual, o melhor escritório para o seu negócio!

EV EMPREENDE E COMUNICAÇÃO SUSTENTÁVEL COM A VEGAH

Por | Blog | Sem comentários

No dia 28/09/2016 o EV Virtual proporcionou mais uma palestra do projeto EV Empreende com o tema: Comunicação Sustentável – Efeito Girassol.

EV EMPREENDE E COMUNICAÇÃO SUSTENTÁVEL COM A VEGAH NOS SEUS 20 ANOS DE PRIMAVERAS

Hoje foi a vez do Efeito Girassol visitar o Escritório Virtual no café da manhã com os empreendedores parceiros Paulo
vegah Chaves Lopes – FL2 Informática- da área de tecnologia da informação e Edilberto Reis- RH Decisão- da área de desenvolvimento humano e os integrantes do EV Shirlei Moreira e Rildo Barbosa. Um diálogo edificante e aprofundado sobre os novos paradigmas para o empreendedorismo diante da crise moral instaurada no país. Jacqueline Moreno facilitou o debate e deixou como “dever de casa “o seguinte questionamento: O que faremos para melhorar o nosso mundo interior e consequente o mundo ao redor? Sintam-se convidados para responder esta pergunta.
Vinte anos atrás a Vegah Soluções em Comunicações Internacionais tomou a decisão estratégica e muito acertada de adotar o EV Escritório Virtual como seu endereço organizacional com o apoio de atendimento bem nos primórdios da inovação desta alternativa que hoje é prática adotada dentro e fora do país. Rosana Marques, líder empresarial do EV acreditou na iniciativa muito bem-sucedida e agradecemos pela sua visão de longo alcance! Continuamos parceiras sustentáveis e expandiremos sem fronteiras para novos mercados e prósperas possibilidades A espiral do crescimento só está começando! Avante Vegah! E com o EV somos muito mais competitivos , produtivos e leves para alçar novos voos!

Jacquelyne Moreno

 

Construa você também sua história de sucesso. Venha para o EV Virtual!

NÚMERO DE MICROEMPREENDEDORES INDIVIDUAIS CRESCE 9,7% NO SEMESTRE

Por | Blog | Sem comentários

Já abertura de empresas nas demais formas jurídicas caiu, diz Boa Vista. Números refletem aumento do número de demissões, diz especialista.

O número de pessoas cadastradas Microempreendedor Individual (MEI) aumentou 9,7% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2015, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (27) pela Boa Vista SCPC. Enquanto isso, as Microempresas (Mês) e demais formas jurídicas tiveram queda de 9% e 12,7%, respectivamente. O avanço das MEIs puxou a alta de 3,8% no número de novas empresas nos primeiros seis meses de 2016, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Do total de empresas inauguradas no período, 75% foram MEIs. “O levantamento pode ocultar um dado não tão positivo, principalmente quando analisado em conjunto com o mercado de trabalho”, diz Bruna de Abreu Martins, economista da Boa Vista SCPC. cats“Com o forte aumento das demissões e a redução das vagas com carteira assinada, muitas pessoas parecem estar tentando a sorte como autônomos. E as MEIs podem auxiliar nesse processo de formalização do trabalho”, aponta a especialista. “Como o faturamento permitido para o enquadramento desta natureza jurídica é baixo, R$ 60 mil bruto por ano – com tolerância de 20% – e o recolhimento de impostos é simplificado, parte dos desempregados podem efetivamente estar migrando para um negócio próprio ou mesmo atuando como terceiros, como sugerem os números.” Com a redução das vagas com carteira assinada, muitos parecem estar tentando a sorte como autônomos” Bruna de Abreu Martins, economista O que é um MEI? Para se tornar um Microempreendedor Individual (MEI), a pessoa que trabalha por conta própria se legaliza como pequeno empresário. É necessário faturar no máximo até R$ 60 mil por ano e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular. Regiões A região que apresentou o maior crescimento da abertura de novas empresas foi o Sudeste, com aumento de 6% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2015. O segundo maior crescimento foi da região Sul, com 4,5%. As regiões Nordeste e Norte tiveram crescimento menor, de 1,19% e 0,2%, respectivamente. Já no Centro-Oeste, houve queda de 3,4% na abertura de novas empresas. Fonte: g1.globo.com/economia/pme/noticia/2016/07/numero-de-microempreendedores-individuais-cresce-97-no-semestre.html O EV Virtual pode lhe ajudar a iniciar seus negócios! Ligue 71 3340-1881