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A CRISE COMO SINÔNIMO DE OPORTUNIDADE.

Por | Blog | Sem comentários

Um guia para sua empresa sair do comum e disparar na frente da concorrência em momentos de crise.

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O tema “crise econômica” pode ser um pouco cansativo, mas ignorá-lo pode ser perigoso. Transforme este no momento perfeito para organizar a sua empresa e se destacar no mercado.

Crie o cenário ideal para sair do comum, se reinvente e faça melhor que os seus competidores. São em tempos de crise que muitas empresas acreditam estar no caminho certo, mas cometem falhas fatais para o negócio.

Não deixe que a falta de informação leve sua empresa ao declínio.

Aproveite as oportunidades e faça diferente, esta é a hora de mudar!

 

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O que é ser escalável, e por que sua empresa precisa disso.

Por | Blog | Sem comentários
Ser escalável é fundamental para sobreviver num ambiente de negócios
caracterizado pela velocidade. Veja como fazer isso:

07-02-2017

Por que é importante que meu negócio seja escalável (e como fazer isso)?

Ser escalável significa ser capaz de crescer rápido. Geralmente, para tanto, é necessário desenvolver um modelo de gestão que possa ser reproduzido rapidamente, podendo então crescer sem perder tempo em ter que reinventar a roda.

Ser escalável também é fundamental para permitir que os clientes criem o hábito de adquirir os seus produtos e serviços antes que os seus concorrentes lhe imitem e tentem tomar de você os clientes conquistados.

Resumindo, ser escalável é fundamental para sobreviver num ambiente de negócios caracterizado pela velocidade com que a informação se espalha e pela mudança frequente que exige do empresário de suas empresas inovação e novos modelos de negócio cada vez mais frequentemente.

Como fazer isso?

Desenvolva uma empresa que se mantenha em contato permanente com os seus clientes. Que saiba interpretar os desejos e necessidades deles. Ouça os clientes, e saiba interpretá-los.

Use a tecnologia de forma intensiva, mas invista em pessoas. Contrate pessoas melhores que você. Escolha funcionários que acreditem nas pessoas e que saibam fazer a gestão de suas equipes. Resumidamente, contrate membros capazes de se tornarem líderes, no sentido amplo da palavra.

Procure sempre disputar os mercados em que os seus melhores concorrentes – ou seja, as melhores empresas do mundo na sua área de atuação – estejam presentes. Só esta condição gerará a motivação necessária para procurar ser sempre melhor.

Procure manter viva sempre a sua alegria de estar fazendo o que você gosta. E procure que as pessoas que trabalham com você sejam capazes de ter o mesmo sentimento.

O resto? O resto é o resto. Pode usar o modelo de franquias ou de crescimento por meio de filiais. Pode internacionalizar os seus negócios ou pode escolher nichos específicos. Se a expansão precisa de financiamentos, pode procurar parcerias, crowdfunding, investidores anjo ou fundos de investimento.

Mas nada disso vai auxiliá-lo a escalar o seu negócio se você não cuidar dos seus clientes e se não tiver colaboradores de alta performance.

Boa sorte! Até a próxima.

Cristian Welsh Miguens é professor do curso de negócios da Universidade Anhembi Morumbi.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/o-que-e-ser-escalavel-e-por-que-sua-empresa-precisa-disso/

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9 PASSOS PARA FINALMENTE FAZER UM PLANO PARA SEU FUTURO NEGÓCIO.

Por | Blog | Sem comentários

 

thinkstockphotos-505210618Fazer um modelo de negócios é o primeiro passo para quem quer abrir sua própria empresa. O mais utilizado atualmente é o criado pelo suíço Alex Osterwalder, publicado no livro “Business Model Generation”, em 2008.

O objetivo da ferramenta é descrever tudo o que é relevante para um negócio em nove áreas dentro de um quadro, chamado de Canvas. A ideia é que o empreendedor possa ter uma visão holística do negócio para testar sua viabilidade.

O modelo de negócios é parte integrante do plano de negócios, esse sim bem mais detalhado. Ele ajuda o empreendedor a organizar suas ideias”, diz David Kallás, professor de estratégia do Insper.

As pessoas ficam muito focadas na questão da inovação, em ter uma ideia brilhante que ninguém jamais teve. Esse não deve ser o foco. Às vezes, a solução de um problema é algo simples. Você pode abrir uma padaria, que não tem nada de inovador, mas o negócio pode ser um sucesso porque simplesmente não tem outra padaria naquela região”, explica o professor.

Segundo Caroline Caracas, coach de empreendedorismo e negócios e sócia-diretora da Marketing Minds e do Programa Empreenda-se, o modelo de negócios não elimina a necessidade de a empresa ter um plano de negócios em um segundo momento, mas ajuda a ver se o empreendedor está indo no caminho certo.

“O mais importante do modelo de negócios é a flexibilidade. Ele pode ser alterado a qualquer momento. Nele, a pessoa não precisa fazer contas. É uma mera exposição de qual é a sua proposta principal, qual é o seu público, como você vai oferecer o serviço, de qual forma virá sua receita e com o que você terá gastos, tudo posto em uma planilha de forma clara”, afirma.

Veja abaixo quais são os nove passos que você deve seguir para montar o seu modelo de negócios perfeito.

1 — Proposta de Valor

A primeira coisa a fazer é pensar na proposta de valor, ou seja, o que você está oferecendo e como aquilo se destaca da concorrência. O diferencial é o que mais agrega valor ao seu negócio.

“Eu sempre cito o exemplo de uma empreendedora que calçava 33/34 e tinha dificuldade de encontrar sapatos lindos de festa com essa numeração. Então, ela decidiu criar um e-commerce para esse nicho. É um diferencial, uma proposta de valor”, explica Caroline.

2 — Segmento de clientes

Em seguida, é hora de pensar em quem são os seus clientes. Olhando para o exemplo citado por Caroline acima, os clientes seriam pessoas que calçam 33/34 e têm dificuldade de encontrar sapatos de festas com essa numeração.

Neste campo, é possível explicitar se o seu público tem um perfil específico, se costuma ter um comportamento comum ou até mesmo onde essas pessoas estão localizadas.

3 — Canais de distribuição

Definido o público, a próxima etapa envolve pensar na forma em que a empresa vai entrar em contato com o segmento de clientes escolhido. Geralmente isso envolve ações de marketing ou de logística.

“Isso vai variar de acordo com o perfil dos clientes. No caso da empreendedora dos calçados 33/34, ela definiu que o canal seria o e-commerce. Claro, faz todo sentido uma vez que o público é restrito, é nichado. Logo, a melhor solução é oferecer uma plataforma de grande abrangência como a internet”, diz Caroline.

Em outros casos, porém, pode ser mais vantajoso oferecer um serviço presencial, uma loja física, por exemplo (como em uma pizzaria ou restaurante, dependendo da proposta de valor dos negócios).

 

4 — Relacionamento com clientes

O passo seguinte é entender qual será ou quais serão os tipos de relação que a empresa vai estabelecer com os clientes para conquistá-los e mantê-los.

A ideia aqui é pensar nas estratégias que serão utilizadas para a aquisição do cliente, a retenção do cliente e para impulsionar as vendas.

Um exemplo é quando uma empresa oferece a possibilidade de você testar um produto por um determinado período de maneira gratuita.

5 — Atividades principais

“O que a gente chama de atividade chave é algo inerente ao modelo de negócios. Sem aquilo, a empresa não gera receita”, diz Caroline.

Basicamente são as ações essenciais que devem ser realizadas para a empresa funcionar corretamente.

No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, entre as atividades principais dela está a disponibilização de uma plataforma de venda pela internet.

6 — Recursos principais

Neste campo você precisa colocar os principais ativos e recursos intelectuais, físicos ou humanos que a empresa vai precisar para funcionar.

“Se uma das atividades principais de uma empresa é marketing digital, ela terá de ter o recurso humano de alguém com experiência em marketing digital para gerir essa área, por exemplo”, diz Caroline.

7 — Parcerias

Em seguida, é hora de pensar nas parcerias, ou seja, em quais empresas ou organizações poderão dar apoio ou facilitar o funcionamento da empresa.

“Me lembro do caso de um empreendedor que tinha os Correiros como um parceiro de sua empresa, pois os produtos vendidos seriam entregues através desse canal. Ao fazer o modelo de negócios, ele percebeu que não poderia ficar refém dos Correios, pois se eles entrassem em greve, o negócio iria falir”, explica a coach.  “Foi quando ele pensou em um plano B, C, D…”

8 — Fontes de Receita

O passo seguinte já entra na reta final do modelo de negócios. Com a total visão de qual o seu diferencial, qual o seu público e como você vai entregar o serviço/produto, chegou a hora de pensar em como o processo todo vai gerar receitas.

No caso da Netflix, por exemplo, entra nessa área a questão das assinaturas. No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, seriam as vendas pela internet.

9 — Estrutura de custos

O campo final que deve ser preenchido em um modelo de negócios é a estrutura de custos. Nela, será preciso descrever os custos totais da empresa decorrentes da operação do modelo de negócio em questão.

“É importante lembrar que é uma descrição, e não uma planilha numérica”, afirma a coach de empreendedorismo. Ou seja, se a pessoa tem um e-commerce, na estrutura de custos deve constar os gastos com entrega de produtos.

 

fonte: http://exame.abril.com.br/pme/9-passos-para-fazer-um-modelo-de-negocios/

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VOCÊ CENTRALIZA TODAS AS TAREFAS OU CONSEGUE DELEGAR?

Por | Blog | Sem comentários

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Essa é a grande diferença entre um bom empreendedor e o empresidiário. Há muitas coisas que podem impedir um negócio de prosperar, e entre elas está uma gestão excessivamente centralizadora. O empreendedor acaba colocando para si uma enorme pressão que pode prejudicar não só os resultados da sua empresa como a sua própria saúde. Delegar não é fácil, mas é necessário. Vejamos alguns motivos pelos quais alguns empreendedores não conseguem descentralizar sua gestão:

A crença em que eles são os únicos capazes de tomar as decisões estratégicas importantes para o negócio;

A falta de confiança em pessoas da equipe para pensar, decidir e agir sem a sua participação ou autorização;

A necessidade de saber tudo e participar de tudo o que está acontecendo na empresa, pois só assim eles se sentem tranquilos.

O excesso de centralização atrapalha e até impede o crescimento, afinal o empreendedor, sozinho, não vai conseguir pensar em tudo, decidir tudo e principalmente, fazer tudo que precisa ser feito para o bom funcionamento da sua empresa. Em gestões centralizadoras é muito comum encontrar ambiente tóxicos onde as pessoas se sentem desvalorizadas e de mãos atadas, sem um mínimo de autonomia para pensar e agir.  Isso acaba gerando lentidão na execução dos processos, e falhas são comuns por falta de uma visão do todo. Além disso, o negócio diminui a sua capacidade criativa e o fator inovação também  é mínimo ou inexistente.

Um ambiente de trabalho estimulante e equilibrado, trabalho em equipe, criatividade e inovação são fundamentais para que uma empresa mude, cresça e continue evoluindo. Essas características aumentam, e muito, as chances de conquistar mais e melhores resultados de uma forma sustentável. Daí a importância de o empreendedor delegar tarefas, dar autonomia e confiar na sua equipe e estimulá-la a contribuir com ideias e  tomar decisões. Assim, o seu negócio vai ser mais ágil nas respostas de que o cliente quer e precisa.

A centralização estimula formação de ilhas, separando os profissionais — os desconecta emocionalmente e psicologicamente do  seu trabalho.  Com isso, todos saem perdendo. E o próprio empreendedor pode ver o seu sonho grande virar um tremendo pesadelo. Em vez de se tornar um empresário, pode se tornar o que chamo de empresidiário, aquele empreendedor que, por não delegar e por exagerar no microgerenciamento, se torna um refém do seu próprio negócio, preso às rotinas, tarefas e controles que ele criou e das quais só ele entende. O empresidiário está preso à rotina das tarefas e, por isso mesmo, não consegue pensar e agir estrategicamente.

Gosto muito de dizer que, para um negócio crescer, o empreendedor precisa crescer primeiro.  E esse crescimento passa por delegar tarefas e dar autonomia.  É simples, mas não é fácil.  Mas, quem disse que empreender é fácil?  Cada passo, um desafio a ser superado.

Então, por onde começar?

Comece listando tudo o que você faz no seu negócio.  Você pode passar uma semana escrevendo as tarefas que ocupam a sua agenda e, consequentemente, o seu tempo.  Depois circule aquelas que só você pode fazer.  Esse momento é muito importante, pois se você é um centralizador compulsivo, ao final desse exercício vai ter marcado todas as coisas da lista como “só você pode fazer”.  Aqui começa o processo libertador para você, sua equipe e seu negócio.

LEMBRE-SE: VOCÊ PLANEJOU, INVESTIU DINHEIRO, INSPIROU PESSOAS A ABRAÇAREM A CAUSA DO SEU NEGÓCIO E SEGUIREM SUA VISÃO DE FUTURO.

Por isso, não deixe que esse sentimento centralizador impeça seu sonho e sua visão de alcançar todo seu potenial. Para ser grande, além de sonhar grande, é importante agir como gente grande.  O seu crescimento na direção de delegar vai estimular as pessoas a se engajar cada vez mais e a produzir mais e melhor.

Depois de circular as coisas que apenas você, como empreendedor, fundador do negócio, pode fazer, analise cuidadosamente o que não está circulado.  Essas são as tarefas que podem ser delegadas. Escreva ao lado de cada uma delas quais as pessoas que podem ser responsáveis por cada uma dessas tarefas.  O importante é escolher a pessoas certa para a tarefa certa.  Aqui é muito importante a ajuda do RH da sua empresa.  A gestão de pessoas pode contribuir para um ato de delegar mais preciso.

O terceiro passo é o acompanhamento.  Mais uma vez o RH pode ajudar, definindo a melhor forma de acompanhar o que foi delegado junto com você.  Assim, o empreendedor delega a tarefa, mas continua confiante pois uma pessoa competente está executando o que ele antes fazia, como também que há um acompanhamento competente para garantir a manutenção dos padrões e a melhoria contínua do processo decisivo e de execução.

O que é necessário?

Para que uma gestão menos centralizadora seja bem-sucedida, é importante investir na melhoria do processo de contratação.  Contratar as pessoas certas para o lugar certo é fundamental, e vai deixar o empreendedor mais tranquilo para delegar.  Outro fator importante é a capacitação contínua da equipe.  Gente bem contratada e capacitada pode ajudar mais e melhor nas decisões de que o negócio precisa e na execução que vai levar o sonho do empreendedor para o seu potencial máximo.

Contrate muito bem;

Treine muito bem;

Delegue muito bem;

Acompanhe;

Reconheça quem faz bem;

Redirecione que precisa melhorar.

Delegar permite que o empreendedor tenha mais tempo para acompanhar o seu negócio e sua equipe mais de perto, como também para pensar e definir estratégias que manterão a empresa no rumo certo hoje, amanhã e sempre.  O clima do negócio também melhora, pois autonomia, confiança e reconhecimento ajudam a formar pontes entre as pessoa e os setores do negócio, tornando a empresa mais unida, mais forte e mais preparada para tornar o sonho grande do empreendedor uma realidade.

 

Fonte: https://endeavor.org.br/voce-e-empreendedor-ou-empresidiario/

O EV pode ajudar nos seus negócios. www.portalev.com.br

O QUE FAZER EM JANEIRO E FEVEREIRO?

Por | Blog | Sem comentários

shutterstock_170925383Sem dúvida nenhuma, janeiro e fevereiro são meses letárgicos e sonolentos, onde a maioria das pessoas estará, em algum momento, de férias. A retração na demanda com relação a vendas e serviços oferecidos proporcionada por este bimestre representa um declínio expressivo para a grande maioria das empresas. Com certeza, é o pior período do ano para o comércio e para a indústria, que, na grande maioria das vezes, fica com um faturamento que deixa seriamente a desejar, muitas vezes não sendo nem mesmo o suficiente para pagar as despesas. É possível, no entanto, quebrar este paradigma, e ter nestes dois meses atípicos um faturamento relativamente razoável, ou similar aos demais meses do ano?

É possível, mas dentro de alguns limites. Existem exceções, mas a verdade é que para a grande maioria das empresas, janeiro e fevereiro jamais irá se equiparar aos demais meses do ano. Evidentemente, conquistar um faturamento decente nestes dois meses depende de uma série de variáveis, e muitas delas você não será capaz de controlar. Portanto, mesmo que você se esforce bastante, nem sempre seus esforços serão recompensados. Mas, ainda assim, é melhor do que ficar parado, contando o estoque, não é mesmo?

Uma coisa que ajuda algumas empresas neste período do ano é a prospecção de novos clientes, bem como de clientes inativos. O que pode ser feito de três maneiras: por e-mail, por telefone e presencial. E-mails raramente darão resultado – embora você não deva descartar de imediato esta possibilidade – mas definitivamente ligar para possíveis clientes, e agendar um horário para visita, sem dúvida nenhuma, costuma ser a melhor forma de se manter ocupado neste período do ano. Você preencherá a sua agenda com atividades profissionais, e, dependendo das circunstâncias, conseguirá abrir alguns novos clientes, além dos antigos que, por uma razão ou outra, deixaram de comprar de você. Ao menos, conseguirá solicitações para elaborar alguns orçamentos, que poderão eventualmente transformarem-se em pedidos, e serem negociados.

É claro que você deve ser realista. Na grande maioria das vezes, você entrará em contato com vinte e cinco possíveis clientes, será contatado para fazer seis orçamentos, e destes seis, dois – quando muito – serão efetivados de fato em um pedido. Não se sinta frustrado se, depois de fazer o melhor possível, o cliente desistir, e o negócio acabar não se concretizando. Lembre-se: você não controla as circunstâncias – ao menos, não todas elas –, e assim como você está se esforçando ao máximo para não fechar o mês no vermelho, seu prospectivo cliente provavelmente passa pelos mesmos desafios. Obviamente, quanto mais clientes você visitar, mais chances terá de vender. Mas não crie expectativas muito altas. Você sem dúvida nenhuma aumentará as suas chances, mas isso não quer dizer que resultados factuais serão obtidos. Ao menos, não imediatamente.

Como tudo na vida, não existe uma fórmula garantida para o seu sucesso no primeiro bimestre do ano. Embora seu esforço e perseverança contem muito, tenha em mente que você nem sempre conseguirá os resultados desejados. E isso de forma alguma significa que você é um incompetente, ou um fracassado. A paralisia gerada nos primeiros dois meses do ano jamais poderá ser plenamente revertida.

Lembre-se: ter iniciativa em abrir novos clientes, além de mantê-lo ocupado, expandirá suas possibilidades de sucesso. Se você se mantiver atarefado, estes dois meses, além de passarem rápido, poderão ser concluídos com relativo êxito. Mas nunca se sinta frustrado se suas metas não forem atingidas. O mercado é regido por uma série de fatores oscilantes e variáveis, dos quais nós, infelizmente, pouco ou nenhum controle temos.

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Post extraído do: https://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/gestao-empreendedorismo/o-que-fazer-em-janeiro-e-fevereiro/