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EMPREENDEDORISMO FEMININO

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No Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino (19), você conhece duas brasileiras que largaram tudo para rodar o mundo atrás de mulheres que criaram empresas de sucesso. Elas viajaram por 24 países e conheceram mais de 300 mulheres empreendedoras. No Brasil, as mulheres são mais empreendedoras que os homens e mostram, na reportagem do Fantástico, como uma boa ideia pode render um bom dinheiro.

Na Jordânia, elas criaram uma fábrica de cosméticos a base de leite de camelo; no Japão, fizeram uma empresa de viagem só para bicho de pelúcia; por aqui, a Maria de Fátima, que era pescadora, montou uma cooperativa de marisqueiros, e a Gabriela fez um aplicativo de transporte em que só mulheres entram no carro, desde a motorista até as passageiras.

Assistam a matéria completa em: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2017/11/brasileiras-rodam-o-mundo-atras-de-mulheres-donas-empresas-de-sucesso.html

 

NOTÍCIA JORNAL A TARDE – ROSANA MARQUES

Por | Blog | Sem comentários

 

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As mulheres atualmente são uma das maiores forças produtivas do país, também quando o assunto é criar e administrar o negócio próprio. Apesar da presença em número, as desigualdades entre os gêneros  também são visíveis  no empreendedorismo.

Pesquisa realizada em 2016 pelo Sebrae apontou que o Brasil tem mais de oito milhões de empreendedoras. No entanto, dados da  Serasa Experian revelam que a  desigualdade está no percentual de mulheres que são sócias ou lideram  grandes empresas, apenas  0,2%.  A maioria está concentrada em negócios de pequeno porte, cerca de  37%, em seguida em microempresas, com 36%, e MEIs, com 25%.

Para combater as desigualdades e premiar negócios de destaque, o Sebrae criou o Prêmio Mulher de Negócios, que na etapa baiana selecionou 19 finalistas e premiou, neste mês de agosto, negócios em três categorias: MEI, micro e pequenas empresas. As  finalistas mostram o desenvolvimento da gestão de empresas lideradas por mulheres no estado. Para serem finalistas, as inscritas precisam se adequar a 75% das exigências do Modelo de Excelência em Gestão.

Sociedade machista

Mesmo na liderança, as mulheres muitas vezes têm de enfrentar desafios da sociedade machista. Foi o caso de uma das finalistas do prêmio Sebrae na Bahia, a empresária Ana Paula Nascimento, da Manancial Extintores.

Começando com 21 anos na empresa familiar, que pertenceu primeiramente ao seu pai e do qual hoje é sócia, a empresária, formada em administração, sentiu no dia a dia que precisava provar duplamente o seu valor como profissional e líder em uma área predominantemente masculina, como o setor de segurança.

“Infelizmente quando pensamos na figura de empresários,  pensamos no sexo masculino. Um prêmio como esse vem para tirar a imagem e provar que as mulheres podem estar à frente. No meu caso,  com minha ajuda como gerente, as coisas evoluíram na empresa”, conta Ana Paula.

Pioneira em Salvador no que ficou recentemente conhecido como coworking, a empresária Rosana Barbosa, criadora do Escritório Virtual, empresa criada há 22 anos e que aluga salas para negócios iniciantes, conta que se inscreveu no prêmio para compartilhar a sua história de sucesso e valorizar o trabalho feito por mulheres. “Ainda vemos muita discriminação, mesmo assim, a mulher ocupa espaço em todas as áreas, não há mais mistério ou cenário que seja somente  masculino”, afirma.

Para a gestora estadual do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, Andrelina Mendes, boa parte de trabalho do prêmio é ajudar, por meio do trabalho do Sebrae, as mulheres empreendedoras a desenvolverem o potencial que elas já têm em suas empresas. “A mulher é o ser mais corajoso da face da terra. Ela precisa abrir mão de várias coisas importantes  e  tidas como certas na sociedade  para acreditar que é capaz”, diz Andrelina.

A CRISE COMO SINÔNIMO DE OPORTUNIDADE.

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Um guia para sua empresa sair do comum e disparar na frente da concorrência em momentos de crise.

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O tema “crise econômica” pode ser um pouco cansativo, mas ignorá-lo pode ser perigoso. Transforme este no momento perfeito para organizar a sua empresa e se destacar no mercado.

Crie o cenário ideal para sair do comum, se reinvente e faça melhor que os seus competidores. São em tempos de crise que muitas empresas acreditam estar no caminho certo, mas cometem falhas fatais para o negócio.

Não deixe que a falta de informação leve sua empresa ao declínio.

Aproveite as oportunidades e faça diferente, esta é a hora de mudar!

 

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O que é ser escalável, e por que sua empresa precisa disso.

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Ser escalável é fundamental para sobreviver num ambiente de negócios
caracterizado pela velocidade. Veja como fazer isso:

07-02-2017

Por que é importante que meu negócio seja escalável (e como fazer isso)?

Ser escalável significa ser capaz de crescer rápido. Geralmente, para tanto, é necessário desenvolver um modelo de gestão que possa ser reproduzido rapidamente, podendo então crescer sem perder tempo em ter que reinventar a roda.

Ser escalável também é fundamental para permitir que os clientes criem o hábito de adquirir os seus produtos e serviços antes que os seus concorrentes lhe imitem e tentem tomar de você os clientes conquistados.

Resumindo, ser escalável é fundamental para sobreviver num ambiente de negócios caracterizado pela velocidade com que a informação se espalha e pela mudança frequente que exige do empresário de suas empresas inovação e novos modelos de negócio cada vez mais frequentemente.

Como fazer isso?

Desenvolva uma empresa que se mantenha em contato permanente com os seus clientes. Que saiba interpretar os desejos e necessidades deles. Ouça os clientes, e saiba interpretá-los.

Use a tecnologia de forma intensiva, mas invista em pessoas. Contrate pessoas melhores que você. Escolha funcionários que acreditem nas pessoas e que saibam fazer a gestão de suas equipes. Resumidamente, contrate membros capazes de se tornarem líderes, no sentido amplo da palavra.

Procure sempre disputar os mercados em que os seus melhores concorrentes – ou seja, as melhores empresas do mundo na sua área de atuação – estejam presentes. Só esta condição gerará a motivação necessária para procurar ser sempre melhor.

Procure manter viva sempre a sua alegria de estar fazendo o que você gosta. E procure que as pessoas que trabalham com você sejam capazes de ter o mesmo sentimento.

O resto? O resto é o resto. Pode usar o modelo de franquias ou de crescimento por meio de filiais. Pode internacionalizar os seus negócios ou pode escolher nichos específicos. Se a expansão precisa de financiamentos, pode procurar parcerias, crowdfunding, investidores anjo ou fundos de investimento.

Mas nada disso vai auxiliá-lo a escalar o seu negócio se você não cuidar dos seus clientes e se não tiver colaboradores de alta performance.

Boa sorte! Até a próxima.

Cristian Welsh Miguens é professor do curso de negócios da Universidade Anhembi Morumbi.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/o-que-e-ser-escalavel-e-por-que-sua-empresa-precisa-disso/

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9 PASSOS PARA FINALMENTE FAZER UM PLANO PARA SEU FUTURO NEGÓCIO.

Por | Blog | Sem comentários

 

thinkstockphotos-505210618Fazer um modelo de negócios é o primeiro passo para quem quer abrir sua própria empresa. O mais utilizado atualmente é o criado pelo suíço Alex Osterwalder, publicado no livro “Business Model Generation”, em 2008.

O objetivo da ferramenta é descrever tudo o que é relevante para um negócio em nove áreas dentro de um quadro, chamado de Canvas. A ideia é que o empreendedor possa ter uma visão holística do negócio para testar sua viabilidade.

O modelo de negócios é parte integrante do plano de negócios, esse sim bem mais detalhado. Ele ajuda o empreendedor a organizar suas ideias”, diz David Kallás, professor de estratégia do Insper.

As pessoas ficam muito focadas na questão da inovação, em ter uma ideia brilhante que ninguém jamais teve. Esse não deve ser o foco. Às vezes, a solução de um problema é algo simples. Você pode abrir uma padaria, que não tem nada de inovador, mas o negócio pode ser um sucesso porque simplesmente não tem outra padaria naquela região”, explica o professor.

Segundo Caroline Caracas, coach de empreendedorismo e negócios e sócia-diretora da Marketing Minds e do Programa Empreenda-se, o modelo de negócios não elimina a necessidade de a empresa ter um plano de negócios em um segundo momento, mas ajuda a ver se o empreendedor está indo no caminho certo.

“O mais importante do modelo de negócios é a flexibilidade. Ele pode ser alterado a qualquer momento. Nele, a pessoa não precisa fazer contas. É uma mera exposição de qual é a sua proposta principal, qual é o seu público, como você vai oferecer o serviço, de qual forma virá sua receita e com o que você terá gastos, tudo posto em uma planilha de forma clara”, afirma.

Veja abaixo quais são os nove passos que você deve seguir para montar o seu modelo de negócios perfeito.

1 — Proposta de Valor

A primeira coisa a fazer é pensar na proposta de valor, ou seja, o que você está oferecendo e como aquilo se destaca da concorrência. O diferencial é o que mais agrega valor ao seu negócio.

“Eu sempre cito o exemplo de uma empreendedora que calçava 33/34 e tinha dificuldade de encontrar sapatos lindos de festa com essa numeração. Então, ela decidiu criar um e-commerce para esse nicho. É um diferencial, uma proposta de valor”, explica Caroline.

2 — Segmento de clientes

Em seguida, é hora de pensar em quem são os seus clientes. Olhando para o exemplo citado por Caroline acima, os clientes seriam pessoas que calçam 33/34 e têm dificuldade de encontrar sapatos de festas com essa numeração.

Neste campo, é possível explicitar se o seu público tem um perfil específico, se costuma ter um comportamento comum ou até mesmo onde essas pessoas estão localizadas.

3 — Canais de distribuição

Definido o público, a próxima etapa envolve pensar na forma em que a empresa vai entrar em contato com o segmento de clientes escolhido. Geralmente isso envolve ações de marketing ou de logística.

“Isso vai variar de acordo com o perfil dos clientes. No caso da empreendedora dos calçados 33/34, ela definiu que o canal seria o e-commerce. Claro, faz todo sentido uma vez que o público é restrito, é nichado. Logo, a melhor solução é oferecer uma plataforma de grande abrangência como a internet”, diz Caroline.

Em outros casos, porém, pode ser mais vantajoso oferecer um serviço presencial, uma loja física, por exemplo (como em uma pizzaria ou restaurante, dependendo da proposta de valor dos negócios).

 

4 — Relacionamento com clientes

O passo seguinte é entender qual será ou quais serão os tipos de relação que a empresa vai estabelecer com os clientes para conquistá-los e mantê-los.

A ideia aqui é pensar nas estratégias que serão utilizadas para a aquisição do cliente, a retenção do cliente e para impulsionar as vendas.

Um exemplo é quando uma empresa oferece a possibilidade de você testar um produto por um determinado período de maneira gratuita.

5 — Atividades principais

“O que a gente chama de atividade chave é algo inerente ao modelo de negócios. Sem aquilo, a empresa não gera receita”, diz Caroline.

Basicamente são as ações essenciais que devem ser realizadas para a empresa funcionar corretamente.

No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, entre as atividades principais dela está a disponibilização de uma plataforma de venda pela internet.

6 — Recursos principais

Neste campo você precisa colocar os principais ativos e recursos intelectuais, físicos ou humanos que a empresa vai precisar para funcionar.

“Se uma das atividades principais de uma empresa é marketing digital, ela terá de ter o recurso humano de alguém com experiência em marketing digital para gerir essa área, por exemplo”, diz Caroline.

7 — Parcerias

Em seguida, é hora de pensar nas parcerias, ou seja, em quais empresas ou organizações poderão dar apoio ou facilitar o funcionamento da empresa.

“Me lembro do caso de um empreendedor que tinha os Correiros como um parceiro de sua empresa, pois os produtos vendidos seriam entregues através desse canal. Ao fazer o modelo de negócios, ele percebeu que não poderia ficar refém dos Correios, pois se eles entrassem em greve, o negócio iria falir”, explica a coach.  “Foi quando ele pensou em um plano B, C, D…”

8 — Fontes de Receita

O passo seguinte já entra na reta final do modelo de negócios. Com a total visão de qual o seu diferencial, qual o seu público e como você vai entregar o serviço/produto, chegou a hora de pensar em como o processo todo vai gerar receitas.

No caso da Netflix, por exemplo, entra nessa área a questão das assinaturas. No exemplo da empreendedora dos calçados 33/34, seriam as vendas pela internet.

9 — Estrutura de custos

O campo final que deve ser preenchido em um modelo de negócios é a estrutura de custos. Nela, será preciso descrever os custos totais da empresa decorrentes da operação do modelo de negócio em questão.

“É importante lembrar que é uma descrição, e não uma planilha numérica”, afirma a coach de empreendedorismo. Ou seja, se a pessoa tem um e-commerce, na estrutura de custos deve constar os gastos com entrega de produtos.

 

fonte: http://exame.abril.com.br/pme/9-passos-para-fazer-um-modelo-de-negocios/

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